sábado, 12 de dezembro de 2009

Ultimamente, andamos atarefadas, pois tivemos que preparar a Defesa do Projecto, que conta como avaliação deste 1ºPeríodo. Foi, então, por isto, que andamos um pouco ausentes do Blog.
Ah, também escolhemos o Título do nosso Projecto, que, a partir de agora, será "Quando só estudar não chega...".
Smart Drugs

(o Trabalho que isto deu, e não ficou direito...)

Fica aqui o PowerPoint do 1º Período, que consta na Planificação. Nela, foi definida a elaboração periódica de Powerpoints informativos, para quem quiser "sacar"!


Por outro lado, tinhamos alguns comentários que necessitavam respostas. Antes de mais, agradecemos aos "Bloguistas", que vêm dar sugestões e colocarem dúvidas.
Portanto,
Babi Azevedo disse...

WOOOOOOW a sensação de ver as coisas distorcidas é espetacular O.O

A ideia que eu sempre tive das smart drugs é que, aumentam a performance do indivíduo, mas quando perdem o efeito, prejudicam a mente. Ou seja, basicamente, acelera o cérebro por um momento e danifica-o para sempre. Quanto mais depressa, mais devagar XD

Conto com vocês para me corrigirem ;D


A resposta já te foi dada, mas colocamo-la à mesma, a fim de esclarecer qualquer outra pessoa a quem possa surgir a mesma dúvida. (By the way, a tua pergunta é bastante pertinente!) O facto de danificar momentaneamente ou permanentemente o cérebro depende, no fundo, do "grau" do estimulante que se está a ingerir, isto é, se possui substancias muito nefastas, ou simplesmente componentes psicoactivas ligeiras.


- bruna disse...

é uma optima sugestão.
penso que nas farmácias/ervanarias, facilitam um pouco a venda de drogas, porque de facto, é um "negócio que rende", infelizmente.
é um optimo projecto, continuem (:


Obrigado por seguires o Blog, Mary!

Exacto, tal como dizes no teu comentário, e foi comprovado por um elemento do nosso Grupo - a Ana Luísa, que seguiu a sugestão dada à uns tempos atrás e foi a uma ervanária e a uma farmácia informar-se sobre o procedimento da venda de estimulantes cerebrais -, estes são produtos que podem ser adquiridos facilmente. Quando qualquer pessoa se dirige aos locais referidos e pede alguma informação sobre "Drogas Inteligentes", o que acontece é que são-nos colocadas à frente caixas e caixas de fármacos psicoactivos presentes no mercado. Não há preocupação em esclarecer sobre possíveis consequências.

Ainda nesta experiência, a Ana Luísa explicou ao resto do Grupo que foi tratada de forma pouco conveniente numa Ervanária, na qual pediu informações acerca de Smart Drugs. Foi olhada de forma desconfiada, como se aquilo que estivesse a pedir fosse ilegal. Isto só deu, evidentemente, ao Grupo, uma má imagem de alguns comerciantes que disponibilizam este tipo de drogas.

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